terça-feira, 30 de agosto de 2011

Qual sua idade interior?

Pessoal,
recebi esse link, achei o teste muito realista!
E no final, você ainda recebe dicas de como melhorar no que você está errando.
Façam!


:)

domingo, 28 de agosto de 2011

A prisão do corpo humano

Do Blog do Correioweb:


Pessoal, muuuuuuito interessante e de fácil entendimento essa matéria da Revista do Correio. Leiam!
O distúrbio afeta 80% da população, independentemente de etnia, idade ou sexo. Ou seja: em cada grupo de 10 pessoas, oito enfrentam o problema. Mesmo assim, é um assunto tratado a portas fechadas ou em sussurros envergonhados ou irônicos. Geralmente, é motivo de piadas. O tabu tem nome e sobrenome: prisão de ventre. Entre os médicos, é mais conhecido como constipação intestinal.
Tanto faz um nome ou outro. O que define o incômodo não é apenas a quantidade ou a frequência, mas principalmente a qualidade do que é descartado pelo corpo humano. A enfermeira Aline Flor, por exemplo, quase diariamente comparece ao banheiro, mas com dores e muito esforço. Ela apresenta um caso clássico de prisão de ventre. Não só ela. No batalhão de prisioneiros, as mulheres formam o principal contigente. A estimativa médica é de que o dobro de mulheres sofra com o problema de constipação intestinal em relação aos homens.
A causa não é meramente cultural, em função do medo ou nojo de frequentar banheiros fora da casa. Há razões fisiológicas e orgânicas para explicar as razões da maioria feminina. “A responsabilidade cabe aos hormônios femininos. A oscilação deles durante o período menstrual interfere na absorção de líquidos, provocando a prisão de ventre”, afirma o gastroenterologista Vinícius Machado, do Hospital Universitário de Brasília (HUB).
Apesar disso, 80% dos fatores que desencadeiam o distúrbio estão relacionados ao estilo de vida, como os hábitos alimentares. “Apenas 20% dos casos têm ligação com outras doenças, como Chagas ou câncer do intestino grosso”, garante Mara Rita Salum, gastroenterologista e especialista em aparelho digestivo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo ela, o problema geralmente afeta pessoas que consomem quantidade insuficiente de fibras e de água. O sedentarismo agrava ainda mais a situação. “A atividade física ajuda nos movimentos musculares do intestino, o que ajuda na expulsão das fezes”, revela a médica.
Se você faz parte da maioria que sofre com prisão de ventre, a Revista do Correio traz um guia com dicas e sugestões de médicos de nutricionistas. Só não vale levar o exemplar para o banheiro. Este hábito, tão comum, segundo os médicos entrevistados prejudica a concentração e o relaxamento em um momento tão importante.

Coma bem, faça exercícios e… relaxe!
Segundo a especialista em aparelho digestivo e gastroenterologista Mara Rita Salum, alimentos como frutas, legumes e verduras são fontes de fibras e micronutrientes. Além desses, os cereais integrais, como arroz integral, centeio, aveia, pão integral, farelo de trigo, sementes de linhaça, entre outros, também são ricos em fibras. “Medidas, como o consumo adequado de água, dieta rica em fibras e a prática de atividade física, ajudam a regularizar o funcionamento intestinal”, ensina a médica.
Por não seguir essas regras básicas, como o consumo de água e fibras, a professora Andrea Mara enfrenta, há cerca de 20 anos, a constipação intestinal crônica, o que levou ao aparecimento de hemorroidas. Ela já experimentou de tudo, de laxantes, chá da erva Sene a receitas caseiras. “Esses produtos só pioraram o meu quadro”, lamenta. Há períodos em que ela fica até seis dias sem ir ao banheiro e o alívio só vem com a lavagem caseira. Cansada do martírio, há quatro anos ela procurou a ajuda de um proctologista, passou a consumir mais frutas e verduras e a ingerir mais água. “Melhorou um pouco”, reconhece Andrea. “Mas o meu aparelho digestivo nunca voltará ao normal, como na adolescência”, acredita a professora.
O aparecimento de hemorroidas é apenas um dos altos preços pagos por quem convive com a constipação intestinal crônica. Quando chega a esse ponto, na maioria das vezes é cirúrgico. Para os que desejam mudar a trajetória, o caminho é adotar um novo estilo de vida, mudando a alimentação e praticando exercícios físicos. “A terapia nem sempre inclui laxantes ou métodos de lavagem. Esses métodos só devem ser usados em último caso e com acompanhamento médico”, afirma Machado.
A médica Mara Rita Salum afirma que o relaxamento é um importante aliado nessa empreitada. “Pessoas estressadas costumam contrair a musculatura pélvica e sofrem com crises de constipação. O relaxamento do assoalho pélvico contribui para a expulsão das fezes”, ensina a médica, que recomenda também exercícios fisioterápicos para liberar o aparelho digestivo.

O que é normal
O médico Ronaldo Cuenca, cirurgião do aparelho digestivo, explica que uma evacuação sadia deve ser diária, completa e de forma que sacie a vontade de evacuar. As fezes devem vir bem formadas, sólido-pastosas, marrom claro e com odor suave. E quem não consegue fazer todos os dias? O especialista tranquiliza os aflitos: é considerado normal até três evacuações por semana. Há, no entanto, uma advertência: deve ser levada em conta a característica das fezes. Se as evacuações são difíceis, insuficientes, com fezes ressecadas, a pessoa certamente sofre de prisão de ventre, constipação intestinal, intestino preso ou prequiçoso. Mesmo que vá ao banheiro todos os dias, como Aline.

Pais desesperados, filhos sofredores
Uma das queixas mais comuns nos consultórios dos pediatras, e que deixam os pais aflitos, é o caso de prisão de ventre das crianças. Eles não sabem o que fazer. A gastroenterologista infantil Daniela Salles acalma os papais e mamães. Segundo ela, o distúrbio varia segundo a idade da criança e geralmente está associado a uma alimentação pobre em fibras e em líquidos.
“A criança que come guloseimas diariamente, come poucas frutas e bebe pouca água e muito leite com achocolatado, tem maior chance de ficar constipada”, diz a médica do Hospital de Base do Distrito Federal. Ela aconselha para a criançada um bom café da manhã com cereais, fibras e vitamina de frutas, almoço e jantar em refeições com legumes e verduras. E beber bastante água.
Daniela Salles explica ainda que é normal um bebê ter prisão de ventre porque ele só começa a formar a prensa abdominal, que auxilia na evacuação, quando começam a sentar e a ficar em pé. O leite materno é a dieta ideal nesta fase. Outros tipos de alimentos só depois dos quatro meses.
Ela também ensina que é preciso ter paciência. O intestino preso pode ter um fundo emocional, como a retirada das fraldas ou a vigilância constante dos adultos quanto ela vai ao banheiro. “Quando a criança é maior, por volta dos quatro, cinco anos, uma das causas é a falta de tempo. Ela não quer interromper as brincadeiras para ir ao banheiro e retém as fezes. Quando vão, sentem dor. Os pais devem estar atentos, mas sem pressionar”, recomenda Daniela. A especialista, porém, chama atenção para quando o problema é um sinal de doença. “Os pais devem procurar ajuda médica quando a criança muda repentinamente o seu hábito intestinal, apresenta um quadro de dor e febre.”

Alívio pelas águas. Será?
Hidrocolonterapia. A palavra, de pronúncia complicada, significa a lavagem e limpeza dos intestinos. Não é uma lavagem simples, mas feita com equipamentos e sob a supervisão de um fisioterapeuta.
César Souto, pioneiro da técnica no Distrito Federal, explica que o fisioterapeuta usa um equipamento para irrigar com água pura o intestino grosso do paciente. Filtrada, aquecida até a temperatura do corpo e com pressão suave, a água promove estímulos motores no intestino grosso, provocando movimentos peristálticos, que vão ajudar a recobrar os reflexos da evacuação. Os resíduos impregnados nas paredes do intestino são, então, eliminados de forma higiênica e inodora pelo próprio aparelho. Souto diz que sessões de manutenção são indicadas quando a prisão de ventre é consequência de outra doença, como diabetes, Chagas, depressão e disfunções do aparelho digestivo.
O aposentado Francisco Joaquim de Souza Neto, 56 anos, precisou fazer 11 sessões para se livrar das crises de constipação intestinal. “O meu distúrbio é funcional, pois enfrento o problema há mais de 20 anos, procurei médicos, fiz exames, mudei a alimentação. E nada”, conta ele. Depois da terapia, o intestino dele funciona com maior regularidade. Mas os médicos são contrários ao procedimento. “Não há comprovação científica e o tratamento é perigoso, pois pode machucar as mucosas do aparelho digestivo”, alerta a gastoenterologista Mara Rita Salum.

Fibras, fibras, fibras! Este é o principal conselho ouvido por quem enfrenta surtos de constipação intestinal. A nutricionista Joana Lucky afirma que elas podem ser encontradas em frutas, verduras e grãos integrais. Segundo ela, as fibras não são digeridas em nosso organismo e podem ser divididas em dois grupos: solúveis e insolúveis. As do primeiro grupo formam uma espécie de gel no intestino e as do segundo passam intactas. O efeito delas é aumentar o volume das fezes e reter líquido nas mesmas, fazendo com que elas fiquem mais pastosas e fáceis de eliminar. “A quantidade recomendada para ingestão diária é de 25-30g/dia”, diz a especialista.

A comerciária Aline dos Anjos, 25 anos, quando segue esse tipo de orientação, consegue melhorar o funcionamento do seu intestino. “Nem sempre tenho tempo e geralmente como na rua”, conta a também a estudante de direito. A rotina de ir poucas vezes durante a semana ao banheiro a acompanha desde a infância e só se agrava com o passar dos anos. “Depois que tive a minha filha, há cinco anos, os surtos se tornaram mais frequentes”, afirma. Depois de três ou quatro dias sem ir ao banheiro, quando a barriga está inchada e está com dores abdominais, à noite em casa ela chega a ficar de duas a três horas sentada no vaso até conseguir. “Acho que vou aproveitar este tempo para estudar tratados jurídicos”, brinca. Quando a situação se torna realmente crítica, sem evacuar há uma semana, ela apela para as frutas ricas em fibra, como mamão, ameixa, pêra. “Aí o meu intestino funciona”, revela, aliviada.
As fibras são as heroínas, mas também podem se transformar em bandidas. A nutricionista Giovanna Graziani explica que elas necessitam de um companheiro para atuar — os líquidos. E aconselha que, para combater a prisão de ventre, o recomendável é consumir pelo menos dois litros de água por dia. “Nessa conta, não entram refrigerantes nem bebidas alcoólicas”, afirma. Por que a água é tão importante nessa batalha? Elas ajudam na absorção das fibras pelo aparelho digestivo, hidratam as fezes e facilitam a sua eliminação pelo organismo.

Na quantidade certa
Concentração de fibra alimentar por 100g do alimento
Alface crespa 1,2
Arroz branco 0,3
Arroz integral 1,8
Banana 2,6
Cenoura crua 2,8
Ervilha 2,8
Farelo de aveia 15,4
Farelo de arroz 49,69
Farelo de trigo 42,80
Feijão 6,4
Goiaba 5,4
Laranja 2,4
Maçã com casca 2,4
Maçã sem casca 1,3
Macarrão integral 2,8
Macarrão comum (ovos) 1,1
Manga 1,8
Tomate 1,2
Repolho 2,3
Rúcula 1,6
Semente de linhaça 33,5
FONTE: Tabela de Composição Química dos Alimentos da UNIFESP e Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos – TACO.
Diagnósticos precisos

Para os casos crônicos, os médicos contam com um arsenal de exames para identificar as causas da constipação intestinal, entre elas possíveis anomalias do aparelho digestivo do paciente.
Colonoscopia
Um exame endoscópico que permite a visualização interna do cólon, a parte final do intestino grosso.
Estudo do tempo do trânsito cólico
Avalia quanto tempo o alimento demora para ser digerido e descartado pelo organismo do paciente. É um raios-X, como o uso de marcadores de contraste para mostrar o percurso do bolo fecal. Detecta casos de intestino preguiçoso.
Videodefectografia
Teste de imagem da fisiologia do cólon e reto. O paciente bebe um contraste pastoso. Em seguida, sob orientação médica, realiza contrações do assoalho pélvico, simulando a evacuação. O resultado pode determinar se a pessoa sofre de bloqueio na parte final do cólon e reto ou tem apenas uma prisão de ventre de causa funcional.
Manometria anorretal
É um estudo da musculatura do reto e ânus. Um fino cateter é posicionado no ânus e o paciente deve contrair a musculatura da região. Indicado para pessoas com doença de Chagas e crianças com crescimento anormal do cólon.


Fonte: gastroenterologista e cirurgiã do aparelho digestivo da Universidade Federal de São Paulo

Água, quanto você já bebeu hoje?

Do Blog do Correioweb:


Há mais de dois meses sem chuva, Brasília tem registrado níveis baixíssimos de umidade, entre 10 e 30%. Nessas condições, é comum o ressecamento das mucosas (causando sangramentos no nariz) e quadros alérgicos variados, incluindo crises de rinite e sinusite. Dores de cabeça e cálculos renais também podem surgir como consequência da desidratação do organismo. Para prevenir os incômodos causados pela seca, só há uma resposta: água.
O clínico-geral do Hospital Anchieta Roberto Valente recomenda a ingestão de 2 litros de água por dia, dependendo das atividades desenvolvidas por cada pessoa. Os esportistas, por exemplo, devem beber um pouco mais. “O corpo humano não funciona sem água. Um indivíduo desidratado pode desenvolver uma série de problemas de saúde. Na seca, a desidratação ocorre mais rápido, por isso é importante aumentar a ingestão de líquidos.”
De acordo com a alergista e imunologista Marly Marques da Rocha, diretora regional da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunologia (SBAI), quando o corpo não recebe hidratação adequada, as secreções ficam mais espessas e podem obstruir as vias aéreas, causando tosse ou pneumonia. “Estar sempre com uma garrafinha de água ajuda a manter o indivíduo hidratado e fluidifica essas secreções. Usar soro fisiológico no nariz e lubrificante nos olhos também aumenta a sensação de bem-estar”, sugere Marly.
A estudante Andressa Albuquerque, 21 anos, admite não beber água com frequência e, por isso, sofre muito no período da seca. “Eu tenho tossido muito. Meus lábios e minha pele ficam ressecados, sinto os efeitos da secura no corpo todo, mas nem assim consigo beber água. Nunca tive esse hábito, só bebo na academia se levar um puxão de orelha do professor ou quando a tosse não para”, relata.
Já a atriz Luciana Moraes, 27 anos, se acostumou a andar com uma garrafinha a tiracolo por causa de uma infecção urinária e, na seca, aumenta a ingestão de líquido, principalmente quando pratica esportes. “Se antes eu corria dez quilômetros, com o tempo seco, corro cinco — e a garrafa de água vai pendurada no short. Bebo, pelo menos, três ou quatro por dia.” Para se manter saudável e disposta, ela também cuida da alimentação e, à noite, em vez de comer coisas pesadas, prefere frutas e verduras.

Cuidados em casa 
No auge da seca, é importante ambientes ventilados, retirar os tapetes e passar um pano úmido para retirar o excesso de poeira, explica Marly Marques da Rocha. A especialista, porém, alerta para o uso indiscriminado de vaporizadores, bacias de água ou toalhas molhadas espalhadas pelos cômodos. “As pessoas procedem dessa maneira porque são orientadas a fazer isso, mas isso é prejudicial para a população alérgica, porque aumenta a proliferação de ácaros e fungos.” 
Para os que recorrem a essas alternativas, o clínico geral Roberto Valente orienta: “Se o ambiente está muito seco, vale aumentar a umidade, mas é preciso tomar alguns cuidados. Higienizar os aparelhos umidificadores e se certificar que a água está limpa”, finaliza. 

Pense bem 
Para manter o bem-estar durante a estiagem, a Secretaria de Estado de Defesa Civil do Distrito Federal faz algumas recomendações: 
- Evitar atividades ao ar livre e exposição ao sol de 10h às 17h e, principalmente, entre as 14h e 16h, intervalo considerado crítico.
- Consumir bastante água e outros líquidos, preferencialmente sucos 
- Fazer refeições leves, incluindo frutas e verduras sempre que possível
- Evitar ligar aparelhos de ar condicionado, que diminuem ainda mais a umidade do ambiente
- Evitar banhos prolongados com água quente e o uso excessivo de sabonete, para não eliminar totalmente a oleosidade natural da pele
- Usar roupas leves
Já bebeu quantos copos de água? 
:)

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Carne suína: hora de quebrar paradigmas

Quanto mais estudo, mais vejo como a tecnologia de alimentos é fundamental na promoção de uma alimentação adequada.
Veja este exemplo: a carne suína. 
Uma carne extremamente saborosa e com um ótimo perfil proteico e, na mesma medida, rejeitada pelos profissionais da nutrição. Ocorre que, enquanto profissionais o desafio é promover uma alimentação saudável e que não se torne um suplício para quem está de dieta. Sim, as pessoas gostam de carne suína e querem consumi-la enquanto estão de dieta ou apenas buscando uma alimentação saudável.
Para quem não sabe, segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) a proteína animal mais consumida no mundo (39% do total) é  a carne suína. Curiosamente, dos dez países que mais consomem carne suína sete encontram-se entre os de maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, dentre eles destacam-se a Áustria e a Dinamarca.
O padrão de qualidade do suíno brasileiro  há muito alcançou os mais elevados patamares. Em 2005, 76 países adquiriram e conferiram  a qualidade da carne suína brasileira, representando para o país receitas da ordem de 1,2  bilhão de dólares. Em 2011, segundo a ABIPECS, órgão responsável pela exportação, mais de 120 países consomem a carne suína brasileira.  
Felizmente, é na área médico-nutricional que se registram os principais avanços. A carne suína comercializada hoje no Brasil registra índices de colesterol inferiores aos de alguns cortes de frango e taxas de gorduras saturada menores do que alguns tipos de cortes de carne bovina. 

Converse com sua nutricionista sobre os modos de preparo!


Acesse aqui o site da Associação Brasileira de Carne Suína e tire suas dúvidas.


Volto logo! :)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Que tal um arroz diferente para o almoço de hoje?

A proposta é todo dia incrementar nas receitas.

Uma delícia esse arroz, riquíssimo em fibras. Tudo de perfeito para quem tem o intestino preso!

- Arroz integral gratinado com cenoura, ervas e queijos 

Ingredientes

   4 xícaras de arroz integral cozido;

   3 colheres (sopa) de cenoura ralada;

   2 colheres (sopa) de salsinha picada;

   1 colher (sopa) de cebolinha verde;

   1 colher (sobremesa) de alecrim;

   300g de queijo de Minas fresco cortado em cubinhos;

   1 colher (sopa) de azeite de oliva;

   5 azeitonas pretas picadas;

   1 colher (sopa) de queijo parmesão.

Como fazer: Juntar todos os ingredientes e reservar. Untar com manteiga uma forma refratária, e polvilhar com parmesão. Colocar o arroz, e espalhar bem. Cobrir com uma folha de papel alumínio e levar ao forno previamente aquecido por vinte minutos. Servir em seguida. Rende: 6 porções

Atendimento nutricional na Bem Estar Vida



Pessoal,
agora também estou atendendo na Clínica Bem Estar Vida, na Asa Sul - DF, um espaço muito agradável, onde o paciente pode combinar várias terapias.


Lá, além do atendimento nutricional, realizamos o VEGATEST, que é um exame para saber de alergias alimentares, função de várias enzimas pelo corpo, presença de metais pesados (cadmio, chumbo, mercúrio, etc) e vários hormônios e também os Exames Bioquímicos Funcionais, que dão o diagnóstico de disbiose, estresse ou fadiga adrenal, estresse oxidativo, e como está a quantidade de minerais antioxidantes e outras funções do zinco e teor de vitaminas antioxidantes e outras funções da vitamina C como formar colágeno, pele, cabelo, unha, sistema imune.


Clique aqui para conhecer a clínica.


Para marcar horário, e só ligar no 61 3039-9091 ou pelo e-mail, bemestar@bemestarvida.com.br


Espero por você lá!